Amar a vida toda, tudo que existe.
Ah..vida, me leva a amar..
..e esse amor me trouxe...
Arte ..orgânica..
Porque a vida é orgânica e dimensional.
Interação orgânica dimensional essa é minha arte.
Extraio de minhas impressões orgânicas varias dimensões.
Interagir nesse processo me traz muito prazer e emoções, é algo novo.
Surgi, uma surpreendente satisfação com o resultado da integração dos materiais.
A simplicidade me seduz a tal ponto, que embriagado pela surpresa interajo.
Natural, pois ao me dispor de conceitos, só a sensação me basta.
Prazer isso é arte orgânica.
Desejo agradecer essa vivência, por isso aqui descrevi essa.
Grato.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
Calma para o Êxito
Em todos os passos da vida, a calma é convidada a estar presente.
Aqui, é uma pessoa tresvairada, que te agride...
Ali, é uma circunstância infeliz, que gera dificuldade...
Acolá, é uma ameaça de insucesso na atividade programada...
Adiante, é uma incompreensão urdindo males contra os teus esforços...
É necessário ter calma sempre.
A calma é filha dileta da confiança em Deus e na Sua justiça, a expressar-se numa conduta reta que responde por uma atitude mental harmonizada.
Quando não se age com incorreção, não há por que temer-se acontecimento infeliz.
A irritação, alma gêmea da instabilidade emocional, é responsável por danos, ainda não avaliados, na conduta moral e emocional da criatura.
A calma inspira a melhor maneira de agir, e sabe aguardar o momento próprio para atuar, propiciando os meios para a ação correta.
Não antecipa, nem retarda.
Soluciona os desafios, beneficiando aqueles que se desequilibram e sofrem.
Preserva-te em calma, aconteça o que acontecer.
Aprendendo a agir com amor e misericórdia em favor do outro, o teu próximo, ou da circunstância dificil, possuirás a calma inspiradora da paz e do êxito.
Aqui, é uma pessoa tresvairada, que te agride...
Ali, é uma circunstância infeliz, que gera dificuldade...
Acolá, é uma ameaça de insucesso na atividade programada...
Adiante, é uma incompreensão urdindo males contra os teus esforços...
É necessário ter calma sempre.
A calma é filha dileta da confiança em Deus e na Sua justiça, a expressar-se numa conduta reta que responde por uma atitude mental harmonizada.
Quando não se age com incorreção, não há por que temer-se acontecimento infeliz.
A irritação, alma gêmea da instabilidade emocional, é responsável por danos, ainda não avaliados, na conduta moral e emocional da criatura.
A calma inspira a melhor maneira de agir, e sabe aguardar o momento próprio para atuar, propiciando os meios para a ação correta.
Não antecipa, nem retarda.
Soluciona os desafios, beneficiando aqueles que se desequilibram e sofrem.
Preserva-te em calma, aconteça o que acontecer.
Aprendendo a agir com amor e misericórdia em favor do outro, o teu próximo, ou da circunstância dificil, possuirás a calma inspiradora da paz e do êxito.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
História da maconha no Brasil: Da Coroa Portuguesa ao Preconceito Contemporâneo
História da maconha no Brasil: Da Coroa Portuguesa ao Preconceito Contemporâneo
Para alguns talvez seja difícil de aceitar, mas a história do Brasil e a da cannabis andam lado a lado desde 1500, com a chegada das caravelas portuguesas, que por sua vez, faziam o uso do cânhamo no cordame e em suas velas. Não sei se voce já notou, mas a palavra "maconha" tem as mesmas letras que a palavra "cânhamo" escrita em uma ordem diferente.
Segundo documento oficial do governo brasileiro (Ministério das Relações Exteriores, 1959): "A planta teria sido introduzida em nosso país, a partir de 1549, pelos negros escravos, como alude Pedro Corrêa, e as sementes de cânhamo eram trazidas em bonecas de pano, amarradas nas pontas das tangas" (Pedro Rosado).
A maconha não é uma planta nativa brasileira, ela foi trazida pelos escravos africanos, como pode ser conferido nas seguintes passagens:
"Entrou pela mão do vício. Lenitivo das rudezas da servidão, bálsamo da cruciante saudade da terra longínqua onde ficara a liberdade, o negro trouxe consigo, ocultas nos farrapos que lhe envolviam o corpo de ébano, as sementes que frutificariam e propiciariam a continuação do vício" (Dias, 1945).
"Provavelmente deve-se aos negros escravos a penetração da diamba no Brasil; prova-o até certo ponto a sua denominação fumo d’Angola" (Lucena, 1934).
No século XVIII a Coroa portuguesa incentivou o cultivo da maconha no Brasil, e com o passar dos anos o uso recreacional se disseminou entre os negros escravos e logo também entre os índios brasileiros, que por sua vez, passaram a cultivar o que usavam. Porque o uso recreacional da cannabis era, até então, feito pelas camadas socioeconômicas menos favorecidas, não havia interesse em cuidar desse uso, apesar do fato de haver rumores quanto à Carlota Joaquina (esposa do Rei D. João VI) desfrutar do chá de maconha.
A partir da segunda metade do século XIX começaram a haver mudanças na situação da cannabis no Brasil pois chegaram notícias sobre os efeitos prazerosos da maconha, principalmente após a divulgação dos trabalhos do Prof. Jean Jacques Moreau, da Faculdade de Medicina da Tour, na França, e de vários escritores e poetas de lá. Apesar de tudo, o uso medicinal da maconha foi o mais aceito no Brasil, como descrevia um formulário médico em 1888:
"Contra a bronchite chronica das crianças (...) fumam-se (cigarrilhas Grimault) na asthma, na tísica laryngea, e em todas (...) Debaixo de sua influência o espírito tem uma tendência às idéias risonhas. Um dos seus efeitos mais ordinários é provocar gargalhadas (...) Mas os indivíduos que fazem uso contínuo do haschich vivem num estado de marasmo e imbecilidade" (Chernoviz, 1888).
As cigarrilhas Grimault, de Cannabis Indica, ainda em 1905 era indicada para asma, catarro, insônia, entre outros. Na década de 1930, a maconha ainda era usada no meio medicinal e diversas propriedades terapêuticas do extrato do seu fluido eram citadas:
"Hypnotico e sedativo de acção variada, já conhecido de Dioscórides e de Plínio, o seu emprego requer cautela, cujo resultado será o bom proveito da valiosa preparação como calmante e anti-spasmódico; a sua má administração dá às vezes em resultados, franco delírio e allucinações. É empregado nas dyspepsias(...), no cancro e úlcera gástrica (...) na insomnia, nevralgias, nas perturbações mentais ... dysenteria chronica, asthma, etc.".
A repressão, então, ganhou forças possivelmente devido à posição de um delegado brasileiro Dr. Pernambuco, na II Conferência Internacional do Ópio (1924) pela antiga Liga das Nações, que afirmou que a maconha era mais perigosa que o ópio. Estranhamente, o documento oficial do governo brasileiro (Ministério de Relações Exteriores, 1959) dizia:
"Ora, como acentuam Pernambuco Filho e Heitor Peres, entre outros, essa dependência de ordem física nunca se verifica nos indivíduos que se servem da maconha. Em centenas de observações clínicas, desde 1915, não há uma só referência de morte em pessoa submetida à privação do elemento intoxicante, no caso a resina canábica. No canabismo não se registra a tremenda e clássica crise de falta, acesso de privação (sevrage), tão bem descrita nos viciados pela morfina, pela heroína e outros entorpecentes, fator este indispensável na definição oficial de OMS para que uma droga seja considerada e tida como toxicomanógena".
A repressão no Brasil se alastrou e permaneceu durante décadas, tendo o apoio da Convenção de Entorpecentes da ONUque até o dia de hoje considera a maconha uma droga extremamente prejudicial à saúde e à sociedade, equiparando-a à heroína.
"A proibição total do plantio, cultura, colheita e exploração por particulares da maconha, em todo território nacional, ocorreu em 25/11/1938 pelo Decreto-Lei no 891 do Governo Federal" (Fonseca, 1980).
Afirma-se que a maconha não seja uma substância narcótica sendo um erro colocá-la nessa convenção de entorpecentes. A Lei no 6.368, de 1976, prevê pena de prisão para a pessoa que possua qualquer quantidade de maconha, mesmo que para uso pessoal. Nos dias atuais, a lei mudou e só é necessário ir à delegacia e assinar um "atestado de maconheiro", o que pode prejudicar na hora de pegar um emprego ou outras atividades que requerem um nome limpo na polícia.
Todo esse excesso de problemas envolvendo a maconha durante os anos tem reflexos nos dias atuais, pois apesar de ser tratado em diversos países como medicamento, o Brasil ainda tem muito preconceito em volta da planta canábica, como pode ser notado no artigo Maconha, porta de entrada ou de saída do crack?, onde novas portas ao avanço da medicina são difíceis de abrir.
Estudos comprovam que o consumo da cannabis vem aumentando entre estudantes, o I Levantamento Domiciliar sobre Consumo de Drogas no Brasil em 2002 concluiu que 6,9% dos 47 milhões de habitants já consumiram a cannabis ao menos uma vez, isso corresponte a 3,249 milhões de pessoas, sem contar as que negaram para manter a sua privacidade. Fazendo um comparativo, o número de pessoas internadas por intoxicação aguda ou por dependência de maconha nos últimos 15 anos não ultrapassou 300 por ano de 1997-1999, enquanto que no mesmo período as internações por álcool chegaram a um total de 119.906 pessoas.
Concluindo, no "Jornal Brasileiro de Psiquiatria" (29: 353-4, 1980) o maior perigo do uso da maconha é expor os jovens a consequências de ordem policial sumamente traumáticas. O problema das drogas no Brasil sofre de um julgamento apaixonado e moralista e aqui estaremos até que a sociedade entenda que usuários de maconha não são deliquentes drogados viciados em maconha, mas sim pessoas que tem como droga de escolha a maconha, assim como há pessoas que optam por álcool e/ou cigarro.
Para alguns talvez seja difícil de aceitar, mas a história do Brasil e a da cannabis andam lado a lado desde 1500, com a chegada das caravelas portuguesas, que por sua vez, faziam o uso do cânhamo no cordame e em suas velas. Não sei se voce já notou, mas a palavra "maconha" tem as mesmas letras que a palavra "cânhamo" escrita em uma ordem diferente.
Segundo documento oficial do governo brasileiro (Ministério das Relações Exteriores, 1959): "A planta teria sido introduzida em nosso país, a partir de 1549, pelos negros escravos, como alude Pedro Corrêa, e as sementes de cânhamo eram trazidas em bonecas de pano, amarradas nas pontas das tangas" (Pedro Rosado).
A maconha não é uma planta nativa brasileira, ela foi trazida pelos escravos africanos, como pode ser conferido nas seguintes passagens:
"Entrou pela mão do vício. Lenitivo das rudezas da servidão, bálsamo da cruciante saudade da terra longínqua onde ficara a liberdade, o negro trouxe consigo, ocultas nos farrapos que lhe envolviam o corpo de ébano, as sementes que frutificariam e propiciariam a continuação do vício" (Dias, 1945).
"Provavelmente deve-se aos negros escravos a penetração da diamba no Brasil; prova-o até certo ponto a sua denominação fumo d’Angola" (Lucena, 1934).
No século XVIII a Coroa portuguesa incentivou o cultivo da maconha no Brasil, e com o passar dos anos o uso recreacional se disseminou entre os negros escravos e logo também entre os índios brasileiros, que por sua vez, passaram a cultivar o que usavam. Porque o uso recreacional da cannabis era, até então, feito pelas camadas socioeconômicas menos favorecidas, não havia interesse em cuidar desse uso, apesar do fato de haver rumores quanto à Carlota Joaquina (esposa do Rei D. João VI) desfrutar do chá de maconha.
A partir da segunda metade do século XIX começaram a haver mudanças na situação da cannabis no Brasil pois chegaram notícias sobre os efeitos prazerosos da maconha, principalmente após a divulgação dos trabalhos do Prof. Jean Jacques Moreau, da Faculdade de Medicina da Tour, na França, e de vários escritores e poetas de lá. Apesar de tudo, o uso medicinal da maconha foi o mais aceito no Brasil, como descrevia um formulário médico em 1888:
"Contra a bronchite chronica das crianças (...) fumam-se (cigarrilhas Grimault) na asthma, na tísica laryngea, e em todas (...) Debaixo de sua influência o espírito tem uma tendência às idéias risonhas. Um dos seus efeitos mais ordinários é provocar gargalhadas (...) Mas os indivíduos que fazem uso contínuo do haschich vivem num estado de marasmo e imbecilidade" (Chernoviz, 1888).
As cigarrilhas Grimault, de Cannabis Indica, ainda em 1905 era indicada para asma, catarro, insônia, entre outros. Na década de 1930, a maconha ainda era usada no meio medicinal e diversas propriedades terapêuticas do extrato do seu fluido eram citadas:
"Hypnotico e sedativo de acção variada, já conhecido de Dioscórides e de Plínio, o seu emprego requer cautela, cujo resultado será o bom proveito da valiosa preparação como calmante e anti-spasmódico; a sua má administração dá às vezes em resultados, franco delírio e allucinações. É empregado nas dyspepsias(...), no cancro e úlcera gástrica (...) na insomnia, nevralgias, nas perturbações mentais ... dysenteria chronica, asthma, etc.".
A repressão, então, ganhou forças possivelmente devido à posição de um delegado brasileiro Dr. Pernambuco, na II Conferência Internacional do Ópio (1924) pela antiga Liga das Nações, que afirmou que a maconha era mais perigosa que o ópio. Estranhamente, o documento oficial do governo brasileiro (Ministério de Relações Exteriores, 1959) dizia:
"Ora, como acentuam Pernambuco Filho e Heitor Peres, entre outros, essa dependência de ordem física nunca se verifica nos indivíduos que se servem da maconha. Em centenas de observações clínicas, desde 1915, não há uma só referência de morte em pessoa submetida à privação do elemento intoxicante, no caso a resina canábica. No canabismo não se registra a tremenda e clássica crise de falta, acesso de privação (sevrage), tão bem descrita nos viciados pela morfina, pela heroína e outros entorpecentes, fator este indispensável na definição oficial de OMS para que uma droga seja considerada e tida como toxicomanógena".
A repressão no Brasil se alastrou e permaneceu durante décadas, tendo o apoio da Convenção de Entorpecentes da ONUque até o dia de hoje considera a maconha uma droga extremamente prejudicial à saúde e à sociedade, equiparando-a à heroína.
"A proibição total do plantio, cultura, colheita e exploração por particulares da maconha, em todo território nacional, ocorreu em 25/11/1938 pelo Decreto-Lei no 891 do Governo Federal" (Fonseca, 1980).
Afirma-se que a maconha não seja uma substância narcótica sendo um erro colocá-la nessa convenção de entorpecentes. A Lei no 6.368, de 1976, prevê pena de prisão para a pessoa que possua qualquer quantidade de maconha, mesmo que para uso pessoal. Nos dias atuais, a lei mudou e só é necessário ir à delegacia e assinar um "atestado de maconheiro", o que pode prejudicar na hora de pegar um emprego ou outras atividades que requerem um nome limpo na polícia.
Todo esse excesso de problemas envolvendo a maconha durante os anos tem reflexos nos dias atuais, pois apesar de ser tratado em diversos países como medicamento, o Brasil ainda tem muito preconceito em volta da planta canábica, como pode ser notado no artigo Maconha, porta de entrada ou de saída do crack?, onde novas portas ao avanço da medicina são difíceis de abrir.
Estudos comprovam que o consumo da cannabis vem aumentando entre estudantes, o I Levantamento Domiciliar sobre Consumo de Drogas no Brasil em 2002 concluiu que 6,9% dos 47 milhões de habitants já consumiram a cannabis ao menos uma vez, isso corresponte a 3,249 milhões de pessoas, sem contar as que negaram para manter a sua privacidade. Fazendo um comparativo, o número de pessoas internadas por intoxicação aguda ou por dependência de maconha nos últimos 15 anos não ultrapassou 300 por ano de 1997-1999, enquanto que no mesmo período as internações por álcool chegaram a um total de 119.906 pessoas.
Concluindo, no "Jornal Brasileiro de Psiquiatria" (29: 353-4, 1980) o maior perigo do uso da maconha é expor os jovens a consequências de ordem policial sumamente traumáticas. O problema das drogas no Brasil sofre de um julgamento apaixonado e moralista e aqui estaremos até que a sociedade entenda que usuários de maconha não são deliquentes drogados viciados em maconha, mas sim pessoas que tem como droga de escolha a maconha, assim como há pessoas que optam por álcool e/ou cigarro.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Maconha mais antiga do mundo é encontrada na China
Arqueólogos chineses encontraram no estado de Xinxiang um tijolo de maconha pesando 780 gramas, este tijolo, encontrado junto ao corpo de um homem de cerca de 45 anos foi datado tendo aproximadamente 2700 anos de idade. É a descoberta mais antiga de maconha utilizada para fins narcóticos, junto ao homem foram encontradas também uma harpa, pedrarias e um arco, o que reforçaria a tese que tratava-se de algum tipo de Xamã da cultura Gushi, que habitava a região naquela época.
Os Gushi eram cavaleiros nômades caucasianos originários do Mediterrâneo ou da Ásia Menor que falavam uma língua Indoeuropéia. Em seus acampamentos criavam animais e dedicavam-se à agricultura, música e às tecnicas do arco-e-flecha. Na religião Gushi era prevista uma vida eterna, porém apenas o xamã era capaz de comunicar-se com os mortos. Desta forma, é possível que a maconha fosse um instrumento utilizado pelo xamã para este contato. No entanto se aquela maconha encontrada pelos arqueólogos era usada para fins religiosos, medicinais ou recreativos, nunca saberemos com certeza. O certo é que o assunto está causando muita polêmica e servindo de tema aos muitos especuladores do meio acadêmico.
As análises de DNA do material encontrado possibilitaram aos cientistas concluirem que tratava-se de uma variedade da planta que era cultivada, e não da espécie selvagem. O botânico estadosunidense Ethan Russo, convidado pelo governo chinês a fazer parte das pesquisas declara que: "esta é uma descoberta muito importante pois aumenta o tempo conhecido pela ciência do uso de maconha como substância psicoativa e também nos ensina mais sobre o modo de vida dos Gushi". Contudo, não foi possível elucidar o modo de inalação da droga pois junto ao corpo não foram encontradas pipas, cachimbos, ou outro artefato que pudesse ser usado para tal função.
Até hoje, as maconhas mais antigas encontradas pelos arqueólogos datavam de dois mil anos atrás e haviam sido encontradas na China e Sibéria. Nestas regiões, onde as religiões xamânicas eram muito difundidas na época, coexistiam, e a grosso modo coexistem até hoje, grupos humanos com traços asiáticos e ocidentais. Sabe-se que a origem da planta é asiática, mas até o presente momento, fica difícil estabelecer uma data correta para o início do uso desta tão popular erva pois cada nova descoberta nos remete a um passado mais distante.
Fonte:http://mundoemcolapso.blogspot.com/2009/01/maconha-mais-antiga-do-mundo-encontrada.html
Os Gushi eram cavaleiros nômades caucasianos originários do Mediterrâneo ou da Ásia Menor que falavam uma língua Indoeuropéia. Em seus acampamentos criavam animais e dedicavam-se à agricultura, música e às tecnicas do arco-e-flecha. Na religião Gushi era prevista uma vida eterna, porém apenas o xamã era capaz de comunicar-se com os mortos. Desta forma, é possível que a maconha fosse um instrumento utilizado pelo xamã para este contato. No entanto se aquela maconha encontrada pelos arqueólogos era usada para fins religiosos, medicinais ou recreativos, nunca saberemos com certeza. O certo é que o assunto está causando muita polêmica e servindo de tema aos muitos especuladores do meio acadêmico.
As análises de DNA do material encontrado possibilitaram aos cientistas concluirem que tratava-se de uma variedade da planta que era cultivada, e não da espécie selvagem. O botânico estadosunidense Ethan Russo, convidado pelo governo chinês a fazer parte das pesquisas declara que: "esta é uma descoberta muito importante pois aumenta o tempo conhecido pela ciência do uso de maconha como substância psicoativa e também nos ensina mais sobre o modo de vida dos Gushi". Contudo, não foi possível elucidar o modo de inalação da droga pois junto ao corpo não foram encontradas pipas, cachimbos, ou outro artefato que pudesse ser usado para tal função.
Até hoje, as maconhas mais antigas encontradas pelos arqueólogos datavam de dois mil anos atrás e haviam sido encontradas na China e Sibéria. Nestas regiões, onde as religiões xamânicas eram muito difundidas na época, coexistiam, e a grosso modo coexistem até hoje, grupos humanos com traços asiáticos e ocidentais. Sabe-se que a origem da planta é asiática, mas até o presente momento, fica difícil estabelecer uma data correta para o início do uso desta tão popular erva pois cada nova descoberta nos remete a um passado mais distante.
Fonte:http://mundoemcolapso.blogspot.com/2009/01/maconha-mais-antiga-do-mundo-encontrada.html
Essa eh veia mermuhhh ..ganja nela hahah
Mulher de 125 anos fuma maconha e defende ser mais velha
Uma indiana que vive no sul da Índia e fuma maconha quer o título de mulher mais velha do mundo no livro dos recordes. Segundo a agência indiana Ians, a idosa Fulla Nayak, originária de um povoado do estado oriental de Orissa, assegura ter completado 125 anos, apesar de seu título de eleitor emitido pelo governo, em 1995, indicar que ela tem "apenas" 120 anos.
Nayak afirma que chegou aos 125 anos fumando cigarros de ganja (o nome local da maconha), além de beber muito suco de palma e várias xícaras de chá quente ao dia, detalha a agência.
A centenária, que sofre apenas com alguns problemas de vista e caminha sem ajuda, assegurou à agência indiana que nunca teve doenças graves: "Em todos estes anos, meus maiores males foram por resfriados e tosse", indicou.
Um dos netos da idosa, Narayan Nayak, 72 anos, se mostrou convencido de que sua avó é sem dúvida a mulher mais velha do mundo, o que segundo sua opinião merece um registro no Guinness.
Nayak tem ainda dois de seus quatro filhos vivos, a mais velha, Jamuna, com 92 anos, vive no mesmo povoado que ela, Kanarpur, a cerca de 25 quilômetros da capital do distrito de Kendrapada.
EFE
Agência Efe - Todos os direitos reservados 14/nov/06 16:32
Uma indiana que vive no sul da Índia e fuma maconha quer o título de mulher mais velha do mundo no livro dos recordes. Segundo a agência indiana Ians, a idosa Fulla Nayak, originária de um povoado do estado oriental de Orissa, assegura ter completado 125 anos, apesar de seu título de eleitor emitido pelo governo, em 1995, indicar que ela tem "apenas" 120 anos.
Nayak afirma que chegou aos 125 anos fumando cigarros de ganja (o nome local da maconha), além de beber muito suco de palma e várias xícaras de chá quente ao dia, detalha a agência.
A centenária, que sofre apenas com alguns problemas de vista e caminha sem ajuda, assegurou à agência indiana que nunca teve doenças graves: "Em todos estes anos, meus maiores males foram por resfriados e tosse", indicou.
Um dos netos da idosa, Narayan Nayak, 72 anos, se mostrou convencido de que sua avó é sem dúvida a mulher mais velha do mundo, o que segundo sua opinião merece um registro no Guinness.
Nayak tem ainda dois de seus quatro filhos vivos, a mais velha, Jamuna, com 92 anos, vive no mesmo povoado que ela, Kanarpur, a cerca de 25 quilômetros da capital do distrito de Kendrapada.
EFE
Agência Efe - Todos os direitos reservados 14/nov/06 16:32
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